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Camara Cascudo permeia a história e o folclore esse será o tema da palestra de Franci Machado Darigo na ANL.

Cultura por Alberto Araújo em 2015-10-11 01:21:07

CÂMARA CASCUDO PERMEIA A HISTÓRIA E O FOLCLORE ESSE SERÁ O TEMA  DA PALESTRA QUE A ACADÊMICA FRANCI MACHADO DARIGO PROFERIRÁ NA ANL, QUARTA-FEIRA DIA 14 DE OUTUBRO, ÀS 17 HORAS.


http://focusportalcultural.blogspot.com.br/2015/10/camara-cascudo-permeia-historia-e-o.html 

 
CICLO DE PALESTRAS
DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS
 

CÂMARA CASCUDO PERMEIA
A HISTÓRIA E O FOLCLORE
ESSE SERÁ O TEMA QUE A ACADÊMICA
E HISTORIADORA FRANCI MACHADO DARIGO
PROFERIRÁ NA ANL, QUARTA-FEIRA - DIA 14 DE OUTUBRO.
 
O evento acontecerá na Sede da Academia Niteroiense de Letras, às 17 horas, na Rua Visconde do Uruguai, 456 – Centro - Niterói - RJ. A presidente da ANL Márcia Maria de Jesus Pessanha convida os acadêmicos e amigos que apreciam eventos culturais. Vamos prestigiar esse grande momento cultural em nossa cidade.
 
ENTRADA FRANCA
 
Luís da Câmara Cascudo  nasceu em Natal  , 30 de dezembro de 1898 e faleceu em Natal, 30 de julho de 1986) foi um historiador, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro.
 
Câmara Cascudo passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Faculdade de Direito de Natal, hoje Curso de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), cujo Instituto de Antropologia leva seu nome.
 
Pesquisador das manifestações culturais brasileiras, deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro (1952). Entre seus muitos títulos destacam-se: Alma patrícia (1921), obra de estreia, e Contos tradicionais do Brasil (1946).
 
Estudioso do período das invasões holandesas, publicou Geografia do Brasil holandês (1956). Suas memórias, O tempo e eu (1971), foram editadas postumamente.
 
Cascudo quase chegou a ser demitido de sua posição como professor por estudar figuras folclóricas como o lobisomem.
 
Começou o trabalhou como jornalista aos 19 anos em "A Imprensa", de propriedade de seu pai, e depois passou pelo "A República" e o "Diário de Natal" - nos anos 1960 já havia publicado quase 2.000 textos.
 
 
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