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Fabrício Callabari dirige seu terceiro Espetáculo de Dança

Cultura por em 2015-11-23 17:09:14
 
Bailarino mineiro radicado em Florianópolis apresenta “Cinderela” dia 3 de dezembro
 
Foi na pequena São Sebastião do Paraíso, cidade fundada em 1821 no Sul de Minas Gerais, na divisa com o estado de São Paulo, que Fabricio Callabari nasceu e escolheu ainda criança o futuro artístico. Enquanto a população, hoje estimada em 70 mil habitantes, crescia em boa parte absorvida pela indústria do café, de laticínios e da cachaça, o menino de 10 anos descobria a paixão pela dança. Frequentou aulas, fez apresentações e aos 19 já era coreógrafo e professor de balé, jazz e sapateado.
A necessidade de aprimorar a sua formação logo o fez conhecer a rotina de viagens que milhares de jovens brasileiros aspirantes a pisar no linóleo precisam empreender para atingir a profissionalização. Paralelamente ao curso de educação física no Centro Educacional Claretiano, em Batatais (SP), estudou balé clássico pelo método Bolshoi e aprendeu com grandes mestres, como Steven Harper (sapateado), Toshie Kobayashi(balé clássico), Roseli Rodrigues (jazz) e Caio Nunes (jazz). “Saí várias vezes de Minas. A maioria delas para fazer dança em alguma escola ou me apresentar. Eu me especializei muito em Ribeirão Preto (SP)”.
Como bailarino, participou de shows, audições, mostras e competições nacionais e internacionais em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina – incluindo o Festival de Dança de Joinville, o maior do mundo – e na Argentina. Aos poucos, o reconhecimento ao talento e ao esforço investido veio chegando na forma de premiações e contratos. Em 2009, integrou o corpo de baile do programa “Criança Esperança” e, no ano seguinte, do “Show da Virada”, ambos na Rede Globo.
Fabricio desembarcou em Florianópolis há três anos com a intenção de ficar. “Vim porque estava procurando nova motivação e novos desafios”. E encontrou: depois de lecionar em algumas academias, em cinco meses já estava com seu estúdio próprio instalado na Lagoa da Conceição, onde hoje dá aulas para 50 alunos, entre crianças, adolescentes e adultos. Além disso, é professor de outros 12 na Garagem da Dança, no bairro Santa Mônica.
 
Sapatilha de cristal
A inquietude e a dedicação capricorniana ao trabalho continuam movendo o artista de 26 anos para outras esferas, mas sempre na órbita da dança. Não bastasse suas atividades como bailarino, sapateador, professor, coreógrafo e dono de escola, em 2013 experimentou a produção e direção de espetáculo. Para marcar o encerramento de ano do Fabricio Callabari Ballet Studio, montou “Os Quatro Elementos”, com 20 de seus pupilos. Ano passado, levou ao palco “A Sétima Arte”, com 45 integrantes. E no próximo dia 3, um elenco de quase 70 alunos apresentará “Cinderela” no Teatro Governador Pedro Ivo. “Começo a pensar no próximo espetáculo quando acaba o anterior”, diz o diretor.
Inspirada no clássico da Disney, sua versão dançada da Gata Borralheira consumirá cinco meses de ensaios, produção e criação. Fabricio assina 16 das 20 coreografias, roteiro, concepção de figurino e de cenário, escolha da trilha musical e ainda interpretará um dos personagens. Isso tudo com o bíceps femoral da perna direita rompido há quatro meses. Porém, a vontade de realizar é tão grande quanto esta montagem independente que promete encantar o público. “Não tem como me afastar por muito tempo. Então, faço repouso como posso”, diverte-se.


Fonte: 
Marcos Reichardt Cardoso (SC 0461 JP)
jornalismo - assessoria de imprensa
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil
(55 48) 9972-0991
marcosreichardtcardoso@yahoo.com.br

Fotos - Alinne Volpato e Fabiana Lima - Divulgação

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