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Camila Achutti

Geral por Betty Silberstein em 2016-02-21 17:45:51

               

Camila Achutti tem apenas 23 anos, mas um currículo já bastante extenso. Além disso... quer mudar o mundo!

Ela é sócia-fundadora da Ponte21, uma Consultoria de Inovação e Tecnologia que promove a conexão da tecnologia com as pessoas!  É influenciadora digital na FIAP, onde está liderando projetos como a Semana da Mulher na Tecnologia e a Maratona de Aplicativos, iniciativa nacional de fomento ao ensino de programação que conta com diversos grandes parceiros do mundo da tecnologia. 

Além disso é uma das líderes do movimento por igualdade de gêneros no mercado de TI. Toda essa jornada começou quando fundou o blog Mulheres na Computação, no seu primeiro dia de aula, que se tornou a maior referência em português que aborda o gap de gênero na tecnologia. Visto isso, ajudou a trazer para o Brasil, há dois anos, o Technovation Challenge Brasil, desafio de empreendedorismo e tecnologia só para meninas, do qual hoje é Embaixadora.

Formada em Ciência da Computação pela USP e também mestranda pela mesma instituição, estagiou no Google na Califórnia e trabalhou para a Iridescent Learning, ONG americana de Educação à Distância do movimento Maker. Decidiu voltar para o Brasil para fazer o que ama: mostrar e incentivar o poder de transformação da tecnologia e do empreendedorismo.

Seu trabalho como evangelizadora do poder da tecnologia vem sendo reconhecido nacionalmente e internacionalmente, por exemplo com a premiação inédita para uma latina no Prêmio Women of Vision 2015 e com a inclusão na lista das 24 mulheres que estão mudando o mundo da revista Marie Claire.

Quer incentivar, discutir, difundir assuntos relacionados a tecnologia e empreendedorismo. Com um pequeno detalhe: sob a ótica de jovens mulheres! Trabalha ativamente pela inclusão da mulher na tecnologia. Segundo Camila, a melhor forma de combater o preconceito é o debate com homens e mulheres, aliado a ações governamentais, como, por exemplo, o ensino de informática nas escolas públicas. Para ela, as mulheres têm um olhar voltado para a comunidade e querem desenvolver aplicativos que solucionem problemas, enquanto os homens normalmente pensam em desenvolver jogos.

Ela acredita que o fato das mulheres ainda estarem pouco presentes no setor está relacionado mais à falta de oportunidade. “As meninas ficam intimidadas e me perguntam como vão competir com eles, que levam tudo isso como uma brincadeira”. Ela lembra que muitos talentos são desperdiçados porque as garotas não têm a chance de descobrir suas próprias capacidades, quadro que ela quer reverter com seu trabalho mundo afora, como já fez na Índia, com um aplicativo de sucesso utilizado entre as meninas e mulheres que precisavam ficar esperando o ônibus e eram assediadas sexualmente. Com o aplicativo, elas sabem exatamente a hora de ‘sair correndo’ para pegar o ônibus, não perdê-lo e não ter problemas com os homens.

Como vemos, Camila tem mesmo muito a contribuir!

Esta colunista teve o prazer de conhecer Camila e assistir a uma palestra sua.

Só posso dar os Parabéns pela simpatia, competência e garra dessa linda Menina-Mulher!

 

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