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Evocação de uma luz no Infinito - Poesia Homenagem de Alberto Araújo à emérita docente e historiadora Thalita de Oliveira Casadei. Confira.

Cultura por Alberto Araújo em 2016-04-11 10:40:51

Nossa homenagem é para Thalita de Oliveira Casadei profissional muito digna que nos deixou excelentes lembranças como professora-amiga, competente, apaixonada pelo seu ofício.





Leia a poesia do escritor e poeta Alberto Araújo

à professora Thalita de Oliveira Casadei.




EVOCAÇÃO DE UMA LUZ NO INFINITO


 

THALITA DE OLIVEIRA CASADEI,


Emérita docente e historiadora.


Foi do Liceu insigne professora


doando a todos a luz de que herdei.



Pelos caminhos da História e Geografia


ladrilhou com sabedoria e porfia


geração de competentes companheiros


de que todos nós somos parceiros.



Difundiu conhecimentos biográficos,


legando aos pósteros  e a seus  discentes


renomadas  memórias  competentes


de amplos saberes  historiográficos.


 

Professora cuja obra traz saudade.


Do nosso Instituto foi  fundadora.


Estará para sempre na cidade 


com seu clarão de educadora.


 

Honrada e  renomada profissional!


Lídima  defensora da História!


Seu nome traduz para nós a glória


do Instituto Histórico Nacional!



Thalita partiu para a luz do infinito


com seu doce  olhar de puro mel


Hoje está junto ao Deus Bendito


e nos ensina o caminho do Céu! 



By © Alberto Araújo

Abril de 2016

Niterói - RJ.




THALITA DE OLIVEIRA CASADEI

Bacharel e Licenciada em Geografia e História, pela Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, atual UFRJ.


Nasceu em Campos dos Goitacazes - RJ, exerceu suas atividades docentes e culturais no Distrito Federal, depois estado da Guanabara e município do Rio de Janeiro, e em Niterói. Viveu em várias cidades fluminenses, por força das funções de juiz e desembargador de seu pai, Aderbal de Oliveira, que nomeou o fórum de São João de Meriti. Igualmente em Petrópolis e Campanha - MG, localidades a que dedicou estudos.


A historiadora foi eleita para o IHGB, em 1976, ascendeu à categoria de emérita. Pertenceu a vários Institutos Históricos: Rio de Janeiro, Niterói (de que é fundadora e primeira presidente), Paraty, Petrópolis, Minas Gerais, Campanha, além de Academias de Letras: Fluminense, Sul-Mineira e outras.


Agraciada com as medalhas "Vital Brasil", de Campanha. "Martim Afonso de Sousa", do Instituto Histórico e Geográfico de Guarujá-Bertioga, e outros títulos, como o de "Cidadã Honorária de Niterói".


Thalita Casadei também tinha estreita relação com Campanha, onde casou-se no religioso no Palácio Episcopal, em 20 de maio de 1967, com o campanhense advogado e historiador Dr. Antônio Casadei.


Seu amor por Campanha foi imediato. Logo se ligou aos intelectuais e estudiosos da  cidade como: Thomaz de Aquino, Borges Netto, Antônio Cândido Resende Filho e, principalmente, Monsenhor Lefort, entre outros. Pela publicação de vários artigos e livros sobre a História da Campanha recebeu, além do Título de Cidadã Honorária da cidade, um cartão de ouro concedido pela Escola Estadual D. Inocêncio e a Medalha Vital Brazil - admiradora que era do grande vulto da humanidade.


Também foi homenageada ao ter seu nome escolhido como Patrona da Biblioteca da Escola Municipal Dom Othon Motta. Foi articulista do Jornal Voz Diocesana e publicou, em 1989, do livro “Aspectos Históricos da cidade da Campanha”, fruto de anos de pesquisa no Arquivo da Diocese. Obra de inestimável valor para a História da cidade e de Minas.


Num gesto de desprendimento, em 1994, o casal Thalita de Oliveira Casadei e Antônio Casadei fez questão de doar à Biblioteca Municipal Cônego Vitor sua seleta biblioteca.


Sempre que possível e até o falecimento de seu esposo, Thalita visitou Campanha nunca deixando de visitar o Centro de Estudos Campanhense Monsenhor Lefort e os arquivos da Cúria Diocesana.


Após o falecimento de Antônio Casadei cedeu ao CEC ML todas as fotografias de seu acervo pessoal. O legado que nos deixa é primordial para todos que desejam aprofundar no estudo das raízes do Município.


Obras:


Páginas de História Fluminense (1971);


D. Pedro II e a planície goitacá (1985);


A Imperial Cidade de Niterói (1988);


Aspectos Históricos de Petrópolis (1989);


Paraty, uma vida, uma saudade (1998);


Os escravos na terra fluminense(2000);


Estudos de história fluminense (1975).


E inúmeros artigos em jornais de Niterói, Campanha e Rio de Janeiro. A historiadora faleceu no dia 12 de setembro de 2014 em Niterói - RJ.



VISITE OS TRABALHOS DE THALITA CASADEI NO SITE DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO.


CLICAR NO LINK:


http://ihp.org.br/26072015/site/ixtoc.htm


 


 


 

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