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O Marinheiro Texto de Fernando Pessoa. Última semana não percam!

Eventos por Alberto Araújo em 2016-04-28 11:01:26

O grupo Mirateatro está apresentando o espetáculo teatral O marinheiro, no Teatro Glauce Rocha,  desde 08 de abril e seguirá até o dia 01 de maio de 2016. Portanto será a última semana. Não Perca!!!


A peça, dirigida por Nanci de Freitas, é uma encenação do poema dramático de Fernando Pessoa, escrito em 1913, no âmbito do movimento simbolista, e publicado em 1915, tendo completado seu centenário.


A montagem é uma realização do grupo Mirateatro: espaço de estudos e criação cênica, dirigido pela professora pesquisadora Nanci de Freitas, do Instituto de Artes da UERJ, que desde 2007 vem desenvolvendo a criação de espetáculos e performances cênicas. As ações procuram ampliar o espaço de pensamento do teatro, tendo em vista suas possibilidades de mediação com diversas linguagens artísticas, na contemporaneidade, em particular com as artes visuais.


As atividades do grupo (que integra estudantes, pesquisadores e artistas convidados) são realizadas no Laboratório de Artes Cênicas, implantado com apoio da FAPERJ e dotado de recursos de sonorização, iluminação e sistema de vídeo.


O espaço abriga diversos projetos de pesquisa e extensão vinculados ao Instituto de Artes e ao Departamento Cultural da UERJ. Aliando aspectos artísticos, acadêmicos e tecnológicos, o laboratório tem como objetivo contribuir para a formação e qualificação de artistas, pesquisadores e docentes da área de artes cênicas.


O Marinheiro é uma obra raramente encenada. A atmosfera ritual que por um lado lembra as tragédias antigas, por outro se aproxima de paisagens cênicas contemporâneas e de certa imobilidade, que nos faz pensar no teatro de Beckett. A encenação partiu da relação com o simbolismo, no entanto, procurou estabelecer uma perspectiva própria, com questões e meios da cena contemporânea.


A torre onde as veladoras estão encerradas é traduzida cenicamente por uma instalação de artes visuais, um dispositivo de tule branco que circunda as atrizes, confinando-as numa espécie de bolha que as separa do mundo real.


Neste espaço onírico, a memória ganha forma nas palavras, nos sons e nas projeções de vídeo, com imagens das atrizes vestidas de branco, em espaços livres e luminosos, contraponto às personagens de preto e gestual contido do presente.


A criação cênica sugere a cumplicidade do espectador ao acontecimento, no entanto, o ritmo, o estranhamento e a densidade mental provocam um turbilhão de indagações e de perplexidades sobre o sentido da vida e da morte.


 


 


FONTE:

http://www.gentedesucessovip.com.br  



Informação enviada por e-mail

pela escritora e poetisa Nancy Cobo.


        

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