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Acadêmicos Cicero Sandroni, Ana Arruda Callado e Nilo Dante debatem na ABL o “Jornalismo hoje: carreira e mercado”. Confira.

Eventos por Alberto Araújo em 2016-06-23 21:05:36

A Academia Brasileira de Letras dará continuidade aos Seminários “Brasil, brasis” de 2016 com o tema Jornalismo Hoje: carreira e mercado. A coordenação é do Acadêmico Domício Proença Filho, Presidente da ABL. Os palestrantes serão o Acadêmico e jornalista Cicero Sandroni e os jornalistas Ana Arruda Callado e Nilo Dante. O seminário, com entrada franca, está programado para o dia 30 de junho, quinta-feira, às 17h30min, no Teatro R. Magalhães Jr., Avenida Presidente Wilson 203, Castelo, Rio de Janeiro.


Sexto ocupante da Cadeira nº 6, eleito em 25 de setembro de 2003, na sucessão de Raimundo Faoro, Cicero Sandroni foi Presidente da ABL nos anos de 2008 e 2009. Cursou a faculdade de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica e a Escola Brasileira de Administração Pública, da Fundação Getúlio Vargas. Em 1954, fez os primeiros estágios em redações de jornais, inicialmente na Tribuna da Imprensa e, em seguida, no Correio da Manhã. Em julho de 1958, já no Globo, foi destacado para a cobertura da área da política exterior, fez diversas viagens internacionais, entre as quais ao Chile, para a cobertura da V Conferência Extraordinária dos Chanceleres Americanos, e aos Estados Unidos, convidado pelo Departamento de Estado americano e enviado pelo Globo para escrever sobre a primeira visita de Nikita Kruschev à ONU.



Com a instalação do regime militar, em 1964, voltou a trabalhar na Tribuna da Imprensa e na revista O Cruzeiro. Em 1965, participou da conferência de jornalistas em Bonn, na Alemanha, que resultou na criação da agência internacional de notícias Interpress Service, da qual foi diretor no Brasil. Cicero Sandroni tem participado de júris de prêmios jornalísticos, notadamente o Esso de Jornalismo, o Prêmio Embratel de Jornalismo e o Prêmio de Jornalismo Científico do CNPq. Na área de literatura, integrou o júri do concurso de contos da revista Ficção, e do Prêmio Goethe de literatura do ICBA. Colaborador de jornais e revistas, tem participado de seminários de jornalismo e literatura e pronunciado palestras sobre aqueles temas em centros universitários.


Ana Arruda Callado foi repórter do Jornal do Brasil e da Tribuna da Imprensa, Chefe de Reportagem do Diário Carioca, e Chefe de Redação do jornal alternativo O Sol.


Chefe de Redação da Editora Delta, respondeu pela edição das enciclopédias Delta Universal e Universo. Além de Editora do Caderno Infantil do Jornal do Brasil, é professora, sempre por concurso, dos Cursos de Comunicação da PUC do Rio de Janeiro, da Universidade Federal Fluminense e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sendo que nesta concluiu os cursos de Mestrado e Doutorado. Autora de seis biografias de mulheres brasileiras e de uma novela policial, foi presidente, em dois governos diferentes, do Conselho Estadual de Cultura. É membro titular da Academia Carioca de Letras.


Nilo Dante possui uma das mais extensas biografias da imprensa brasileira, sendo o único jornalista que trabalhou em dez jornais e dirigiu cinco: Jornal do Brasil, Diário de Notícias, Jornal do Commercio, Última Hora e Tribuna da Imprensa.


Além de Secretário de Redação do Correio da Manhã, entre 1964 e 1968, atuou também como repórter, fotógrafo, colunista e comentarista político no Diário Carioca (onde começou), A Noite, O Globo, O Dia; e nas revistas Mundo Ilustrado, Manchete, Fatos & Fotos e O Cruzeiro.


Foi correspondente, nos Estados Unidos, Argentina, Paraguai e Reino Unido, dos jornais O Globo, Correio da Manhã, Diário de Notícias, Mundo Ilustrado e Jornal do Commercio.


Entre seus principais trabalhos figuram: a série sobre guerra ante submarina para o Globo (1961), com pousos e decolagens no porta-aviões US Essex; a reportagem “A fé tirou o peso da cruz de Euclydes” ( Mundo Ilustrado, 1958), que deu origem à peça de Dias Gomes “O Pagador de Promessas”, depois filme de Anselmo Duarte, ganhador da Palma de Ouro em Cannes (1962); a quatro mãos com Joel Silveira, a cobertura da intervenção do regime militar no Estado de Goiás (1964); e a cobertura de duas eleições presidenciais nos Estados Unidos (1968 e 1972) e uma no Brasil (1960).


Foi redator da MPM Propaganda e diretor da Plano Propaganda, em sociedade com Ibrahim Sued. Como diretor de Comunicação Social do IBC, coordenou a criação do Símbolo do Café do Brasil, o “Raminho” da seleção brasileira à Copa de 1982.


fonte;

Academia Brasileira de Letras.

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