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Deusas - O poder através da dança

Shows por Jose Gonzaga de Souza em 2014-10-29 19:47:17

Um espetáculo inesquecível onde o poder da dança transforma e embala os maiores sonhos!
Venha se apaixonar e viajar pelo universo encantado das deusas mitológicas representadas na dança do ventre!
09/11 às 20h no Teatro Municipal de Cabo Frio
Ingressos antecipados e meia: 10,00  -  Na hora: 20,00
Resumo de algumas deusas que serão representadas no magnífico espetáculo: 

NÉFTIS - REPRESENTADA POR ISABELA ANDRADE
Néftis, irmã de Osíris, Ísis e Set com quem se casou, ela era a deusa das terras secas e áridas do deserto até por ser esposa de Set que controlava todo o deserto, pelo menos controlava até matar Osíris, e Set começou a controlar todo o Egito.
Néftis também é a deusa da morte, com Osíris foi mãe de Anúbis, uma vez ela brigou com seu marido Set e como seu marido não lhe dava atenção, ela se transformou em sua irmã Ísis que era esposa de seu irmão Osíris, Osíris pensando ser sua esposa transou com ela e tiveram Anúbis, tanto que Anúbis é o senhor dos mortos, dádiva de sua mãe.
Acredita-se que Néftis resolveu se transformar em Ísis pela inveja que tinha de sua irmã, até por que Ísis representava a vida e Néftis a morte, sem contar que Osíris dava muita atenção a Ísis, enquanto Set não dava a mínima pra sua esposa.
Néftis tem uma habilidade pouco conhecida, ela é capaz de retirar de nós as lembranças terríveis e reprimidas. - com Isabela Andrade de Souza.

Artemis representada por Stephanie Freitas
Artemis, a mais popular das deusas do panteão grego, Artemis era a filha de Zeus e Leto, e irmã gêmea de Apolo. Como uma deusa virginal da caça, ela gradualmente assimilou diversas características que eram transferidas para ela a partir de deusas locais. Acompanhada de ninfas, ela vagava por bosques e prados com seu arco e flechas em sua representação como protetora dos caçadores e Senhora dos Animais.
a lenda conta que imediatamente após o seu nascimento, Artemis ajudou o seu irmão mais novo a nascer, sendo esta a razão pela qual a donzela Artemis era invocada para auxiliar no trabalho de parto das mulheres.
Qualquer um que a ofendesse era severamente punido. Matou (ou fez os cães matarem) Acteon, porque a viu banhando-se nua e Orion, porque a desafiou para uma competição de arremesso de disco. 
Artemis também aparece na mitologia como deusa da vegetação e da fertilidade. Era a deusa da natureza intocada. Em conexão com o culto de árvores, sua imagem era pendurada em galhos e arbustos. “Aonde não dançou Artemis?” – era um ditado popular na Grécia Antiga. Importantes em seu culto eram a dança e o ramo sagrado – muito provavelmente derivados do culto antigo da árvore da lua, fonte de imortalidade, conhecimento secreto e inspiração
A deusa era associada pelos romanos com Diana. - com Stephanie Freitas.

HEMERA - REPRESENTADA POR FABIANE FREITAS
Hemera a Deusa do dia na mitologia grega foi a primeira deusa a representar o sol ,era a personificação do dia, Hemera em grego significa claridade. Uma divindade feminina filha de Érebo e Nix, os deuses da noite e da escuridão. Ela era a guardiã das fronteiras, entre o mundo onde chegava a luz e o mundo das sombras. Os gregos consideravam que o dia começava com o anoitecer e com a escuridão, portanto a noite precedia o dia. Isso explicava como e porque a união de Nix com Érebo resultou no nascimento do dia e da luz.
O mito de Hemera serve para refletirmos sobre a dança das horas. O dia de amanhã nunca será igual ao dia de hoje, porque entre os dois há uma noite (Nix) que tudo pode modificar.
Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder. - com Fabiane Freitas.

Nefertiti - Representada por Patricia Machado
Hoje não vamos falar de uma deusa mitológica, mas sim de uma rainha egípcia.
Nerfetiti foi uma mulher de fibra e garra, que mesmo com a gueda do seu marido esteve ao seu lado. Famosa por sua beleza. Além de bela era bastante astuta para as questões politicas. Nerfetiti some misteriosamente, até hoje não se sabe a causa de sua morte e nem ano, e nem foi encontrada a sua tumba, Nerfetiti some misteriosamente dos relatos egípcios. - com Patricia Machado.

Meláde - Representada por Fernanda Terra
Melíade – filha de Urano e Gaia, é considerada a ancestral das ninfas gregas. Essa divindade nascida do freixo, árvore que simboliza firmeza e durabilidade, possui natureza guerreira ao mesmo tempo em que exala uma doçura singular. As ninfas são divindades femininas, que geralmente alegram a natureza e são ligadas a rios, lagos, florestas, clareiras, montanhas, entre outros. Costumam ser representadas por donzelas nuas ou seminuas, que amam cantam e dançar. Por vezes ajuda alguns deuses, como Apolo e Ártemis em duas empreitadas pelo mundo divino. Dos freixos das melíades surgiu a Idade do Bronze. - com Fernanda Terra Moura.

Iansã - Representada pela bailarina convidada Thereza de Oliveira
Iansã é a Deusa dos ventos e das tempestades. Este Orixá oferece muito otimismo e ainda auxílio nas grandes paixões. Possui um espírito aventureiro como nenhum outro e ama a liberdade acima de qualquer coisa. É alegre e está sempre de bem com a vida. Considerada a mãe da ventania e dos trovões, Iansã impressiona pela sua independência. Quando os Orixás se apresentam nas cerimônias, a primeira entidade feminina a surgir é Iansã. Sua imagem está ligada a uma mulher guerreira, que defende tudo com unhas e dentes, mas o amor e a alegria que ela espalha em todos os momentos são também grande características sua. A rainha dos ventos, dos raios e das tempestades tem um temperamento apaixonado, dominador e corajoso. - com Thereza de Oliveira.

Nut - Representada por Paula Andrade Dias
Nut, a Grande Deusa do Céu egípcio.É representada com o corpo alongado, coberto por estrelas, o arco celeste que se estende sobre a terra. 
Vista como uma espécie de salvação, sua imagem está no lado de dentro da maioria dos sarcófagos. Para os egípcios, o faraó entrava no corpo dela após a morte e posteriormente era ressuscitado.
O oposto a ela (o céu), é o seu marido, Seb (a Terra). Com Seb, ela foi a mãe de Osíris, Ísis, Set, e Néftis.
ORAÇÃO À DEUSA NUT
“Nut minha divina mãe, abre tuas asas sobre mim enquanto brilharem nos céus as imorredouras estrelas”.
(texto encontrado no tumulo de Tutankhamon)
Nut é a guardiã das estrelas. Olhe para o céu e escolha uma estrela. Fixe nela
seu olhar e faça um pedido. Nut com certeza escutará seu pedido. - com Paula Andrade Dias.

Perséfone - Representada por Manu Rey
Perséfone é filha de Zeus e Deméter. Quando raptada por Hades, Senhor do Submundo, tornou-se sua esposa e passou a conduzir as almas dos mortos. Passou a viver metade do ano com sua mãe, quando a terra se cobria de flores e metade do ano com seu marido, quando tudo se tornava rigoroso inverno. Perséfone é a menina, a mulher e a anciã. Dotada de intuição, sensibilidade e por conhecer os lugares das sombras pode conduzir a quem quer que necessite dela para a Luz - com Manu Rey.

Dríade - Representada por Luana Pinheiro
Dríades ou Driadas , na mitologia grega , eram ninfas associadas aos carvalhos. De acordo com uma antiga lenda , cada Dríade nascia junto com uma determinada árvore,de qual ela exalava. A Dríade vivia na árvore ou próxima a ela . Quando a sua árvore era cortada ou morta, a divindade também morria. Os deuses frequentemente puniam quem destruía era também usada num sentido geral para as ninfas que viviam na floresta. As ninfas de outras árvores são chamadas de hamadriade. - com Luana Pinheiro.

Náiade - Representada por Raquel Ribeiro no espetáculo Deusas
As Ninfas eram figuras mitológicas na Grécia Antiga, espécies de deusas-espíritos da natureza. Náiades são as ninfas associadas à água doce. Homero, na Ilíada, dá-lhes como pai a Zeus, mas outros as consideram filhas de Oceano ou do deuses-rio onde residem.
Elas possuem o dom da cura e da profecia e podem se comunicar com os seres aquáticos, assim como comandam o lago onde vivem, fazendo a água se agitar e até mudar de lugar. Todas vivem em lagos, fontes e nascentes ou até cachoeiras e, se elas afastarem-se muito dele ou caso o local fique poluído elas ficam doentes e também podem morrer. Deixavam beber dessa água, mas não se banhar delas, e puniam os infratores com amnésia, doenças e até com a morte. Assim como as Dríades, as Náiades protegem o lago onde vivem e a natureza em geral. Não são muito amigáveis, preferindo a companhia de suas irmãs. Possuem pele bem clara, às vezes até azuladas e olhos extremamente azuis e profundos. O corpo é belo, escultural. Os cabelos são longos e parecem que estão sempre em movimento, como quando mergulham na água, podem ser de todas as cores e levemente ondulados. A voz é igualmente bela à das sereias. - com Raquel Ribeiro.

Cronos o deus do tempo vai passear pelas diversas mitologias contando a história de deusas e deuses no nosso espetáculo.  Como Cronos um convidado especial - Yuri Vasconcelos
Na mitologia grega, Cronos era filho de Urano (o céu) e da Gaia (a terra). Incitado pela mãe e ajudado pelos irmãos, os titãs, castrou o pai, tornando-se o primeiro rei dos deuses. Cronos reinou durante um período de prosperidade, conhecido como a Idade Dourada, porém era ameaçado por uma profecia segundo a qual seria vencido por um dos seus filhos. Para que não se cumprisse este vaticínio, Réia, mulher de Cronos, entregava-lhe os seus filhos para que este os devorasse assim que nasciam. No entanto, Réia conseguiu salvar o seu filho Zeus. Este depois de crescer destronou o pai, expulsando-o do Olimpo e libertou todos os seus irmãos. Segundo a tradição clássica, Cronos simbolizava o tempo e por isso Zeus, ao derrotá-lo, conferira a imortalidade aos deuses. - com Yuri Vasconcellos.

Terpsícore - Representada por Angelitta Moyra
Terpsícore, em grego significa "aquela que ama a dança", e por essa razão, esta musa é a personificação da dança.
Era descrita como alguém esbelta e atraente, que segurava uma lira na mão, sendo o instrumento, seu maior símbolo.
Às vezes, também descrevem-na tocando harpa
Era representada vestindo roupas simples, porém acompanhada de uma coroa de grinaldas, que chama a atenção de muitos.
Sobre sua personalidade, pode-se dizer que era viva e alegre, tal como suas irmãs, as inspiradoras das artes e das ciências.
Segundo a mitologia, por causa da beldade da deusa, o deus do Rio, denominado Acheleous, apaixonou-se por ela, e assim a musa da dança é considerada a mãe das sereias.

Meretseguer - Representada pela bailarina convidada Mariana Morais
Meretseguer ou Meretseger era uma deusa-serpente da mitologia egípcia. O seu nome significa "a que ama o silêncio" ou "amada pelo silêncio".
Era representada como simples cobra, como uma mulher com cabeça de cobra ou como uma cobra com cabeça de mulher. Tinha por vezes um toucado constituído por disco solar e cornos. Em representações mais raras surge como cobra com três cabeças (uma de mulher, outra de cobra e outra de abutre) ou como escorpião com cabeça de mulher.
As informações mais antigas sobre a deusa datam da época do Império Médio. Durante a época do Império Novo a deusa tornou-se guardiã dos túmulos das necrópoles de Tebas (Vale dos Reis), acreditando-se que atacava aqueles que tentavam pilhá-los. Segundo as fontes vivia numa montanha com forma de pirâmide perto de Deir el-Medina, a aldeia onde habitavam os homens que construíram os túmulos reais durante o Império Novo. Por esta razão era também denominada pelos habitantes de Deir el-Medina como "Dehenet Imentet", o que significa "Montanha do Oeste". - com Michelle Pedrosa.

Hefesto - Representado pelo bailarino convidado Christopher Junior
Hefesto era conhecido como deus grego do fogo ou Vulcano (na mitologia romana) e também protetor das atividades relacionadas ao metal, era filho de Zeus e de Hera. Ele que produzia os raios e trovões de Zeus com seu poder do fogo e metais. Também construiu o Tridente de Poseidon, as flechas de Apolo e também a armadura de Aquiles na Guerra de Tróia. - com Christopher Junior.

Parvati - Representada pelas bailarinas convidadas Michelle Pedrosa, Favy Lobão e Mariana Morais.
Parvati, filha de Himavat e de Mena é consorte bondosa, austera e disciplinada de Shiva. Muitas vezes, ela é considerada a Mãe Suprema – Maha Devi, a que acolhe a todos os filhos, com seu infinito amor maternal, que os protege e os guia nas sendas da lei do karma, sempre mostrando aos mesmos os caminhos corretos e orientando-os passos que devem dar.
Ela é também a deusa da beleza, a virtuosa, e ressurge com diferentes manifestações, na forma de outras deusas, daí ser chamada de deusa das mil faces. Tem muitos atributos e, desde a era védica, um dos principais é a fertilidade, a forca que gera a procriação no mundo e nas espécies. É a própria geração da energia criadora, em sânscrito chamada de shakti.
Entre seus muitos nomes e manifestações vamos encontrar, de acordo com textos, seus atributos e características: Uma (a luz ou a sabedoria), Sati, Parvati, Ambika, Haimavati, Durga ou Mahamaya, Kali, Mahakali, Badrakali, Bhairavi, Devi, Mahadevi, Gauri, Bhavani, Jagatambe, Jagatmata, Kalyayani, Kapila, Kapali, Kumari, etc - com Michelle Pedrosa e outras 2 pessoas.

Euterpe - Representada por Juliana Galiotto
EUTERPE: Seu nome significa "plena alegria" ou "delícia". É a Musa da música. Ela também é a Musa da alegria e do prazer e do tocar de flauta, e a ela atribui-se a invenção da flauta dupla, que é o seu símbolo.

Maeve - Representada por Clarissa
Conta a lenda que Maeve era uma deusa irlandesa, muito sedutora, instigante, que corria com os cavalos, conversava com os pássaros e despertava muito desejo nos homens do vilarejo.
Ela era rainha de Connacht, simboliza o poder feminino, mas também desperta o gêmeo selvagem que possuímos. Essa deusa reforça nosso espírito ágil, inovador e audaz.
"Intoxicante" é o significado do nome MAEVE, pois ela com seu deslumbre, sua beleza, seu poder pessoal, enebria os homens. Com uma sexualidade intensa, coragem, determinação e fertilidade, MAEVE é uma Deusa completa, pois sabe ser guerreira, feminina e mãe (o mito conta que ela tem diversos filhos, assim como diversos maridos e amantes). - com Clarissa Sassá.

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