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CONVITE PARA PALESTRA EM LOUVOR À MEMÓRIA DE CARLOS COUTO COM RENATO AUGUSTO FARIAS DE CARVALHO NA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS.

Eventos por Alberto Araújo em 2016-10-22 02:50:46

Palestra em louvor à memória de Carlos Couto. “E não conseguiram me fazer triste”.
 

A conferência acontecerá no dia 26 de outubro de 2016, (quarta-feira), às 17 horas na sede  da Academia Niteroiense de Letra, Rua Visconde do Uruguai, 456 - Centro - Niterói - RJ.

O palestrante será o acadêmico e Membro da Academia Niteroiense de Letras, o escritor Renato Augusto Farias de Carvalho.

E será presidida pela acadêmica e presidente da Academia Niteroiense de Letras, a Intelectual do Ano 2015, Márcia Maria de Jesus Pessanha. Imperdível!
 
 
Você é nosso convidado!

  
 
 
 
 
 
... E NÃO CONSEGUIRAM ME FAZER TRISTE.
                                                   Carlos Couto.
 
 
 
 
 
 
 
 
UM POUCO SOBRE CARLOS COUTO
 
 

 
Carlos Alfredo de Araújo Couto nasceu em Portugal, no ano 1921. Com três anos chegou a Niterói, onde residiu por toda a vida.  Sua primeira paixão foi o teatro. Estudou como amador em 1944 e em 47 fundou o teatro da União Fluminense dos estudantes. No ano seguinte, destacou-se em Hamlet no teatro dos estudantes do Brasil. Com Sérgio Cardoso, Sérgio Brito e outros, fundou o teatro dos doze. Esta primeira fase de sua vida prolongou-se ate 1953, tendo, no período, feito cinema, trabalhado na estreia da TV Tupi, e sido redator e repórter na Rádio Guanabara onde se destacou produzindo No Mundo do Teatro. Também dirigiu elencos amadores, recebendo , em 1951, o título de "Revelação de diretor" da A.B.C.T. e "Revelação de ator" pela Roquete Pinto.
 
Bacharel em direito, cameloteou nas ruas de Niterói para pagar dívida de sua companhia e estreou como cronista em O Fluminense. Logo após assumiu a direção comercial do grande jornal Fluminense para a qual produziu, na antiga TV Rio, o coisas da praia grande. Esta segunda fase estendeu-se até 1963 e incluiu a criação da Carlos Couto Propaganda (CCP). Com os irmãos Falcão, lançou o Praia Grande em revista, precursor de todos os semanários alternativos do município.
 
Em 1964, viajou a Portugal, França, Espanha e Marrocos, tendo denunciado através de O Fluminense, o regime fascista de Salazar, o que o obrigou a fechar o CCP e a voltar ao Grande Jornal Fluminense, onde viria a lançar a crônica diária "O homem da rua".
 
Nesta terceira fase, fundou o Pic Pac Serviços Rurais e publicou oito livros. De 83 a 86 foi diretor do Teatro Municipal de Niterói. Fundou os Amigos do Teatro de Niterói (ATEN) e construiu o Teatro de Varanda em Pendotiba.
 
Carlos Couto faleceu, vítima de infarto, em maio de 1993, após cinquenta anos de dedicação à vida cultural de Niterói.
 
 
 

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