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Inclusão social na III Bienal Brasil do Livro e da Leitura

Literatura por Dinorá Couto Cançado em 2016-10-29 11:06:18

Uma mostra viva de exemplos de transformação social com deficientes visuais da Biblioteca Braille Dorina Nowill ocorreu no Café literário da Bienal do Livro.

Na tarde do dia 24-10-2016, 16 h, duas autoras contempladas no edital da Secretaria de Cultura do DF, atuaram no Seminário Vida Urbana - Novos espaços, Novos Caminhos. Dinorá Couto Cançado com a proposta Leitura, Cidadania e Transformação Social. E Maria de Lourdes Teodoro com a proposta Identidade Cultural e Diversidade étnica.  O ponto alto do seminário foi um momento inclusivo e acessibilidade cultural a um grupo de deficientes visuais da Biblioteca Braille Dorina Nowill, com Lourdes Teodoro fazendo uma leitura inclusiva para eles. Dinorá apresentou-os, um a um e Leonilde Fontes mostrou como a leitura  é fator de transformação social. Alguns estudantes universitários, como Darlan e Míriam que anotaram bastante e mais alguns participantes enriqueceram a apresentação e o debate, ao final das duas autoras. Destaque para as presenças de Renata Gomes, Ivan Silveira Braga, Everardo Lopes, Hoana Gonçalves, Keyla Maria Oliveira Silva, Nivaldo Alves, Francisco de Paula e sua neta Débora que cantou no palco do Café Literário. Uma tarde inclusiva memorável na Bienal!
No outro dia o recebimento de uma mensagem alegrou a equipe da Biblioteca, motivada pelos desdobramentos que ocorrem após participações como esta:

Estimada Dinorá Couto Cançado,

Quero lhe agradecer a oportunidade que você me proporcionou de apresentar meu trabalho para um público particularmente sensível e acolhedor. Foi uma experiência muito importante para mim.

Diante de sua promessa de verter o meu livro Flores de Goiás para o Braille fiquei emocionada e resolvi adiantar a segunda edição dele, que já era um projeto mas não era imediato. Agora, vou dar-lhe prioridade para que os meus futuros leitores em Braille encontro um conteúdo mais positivo ainda e com um pouco mais da história da família desse menino que pegava peixe com as mãos no rio Paranã. Acho que para alguns leitores a história da enchente é muito triste. Deixarei o conteúdo atual mas vou acrescentar, o  que tornará o livro mais alegre.

Não devo demorar nisso. Darei notícias.

Um abraço agradecido e felicitando você por esse trabalho maravilhoso que você faz com eles.

Profa. Dra. Maria de Lourdes Teodoro 


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