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SEMANA PIRANDELLIANA, NA SCUOLA DI CULTURA DI NITERÓI.

Eventos por Alberto Araújo em 2017-10-19 21:18:06

SEMANA PIRANDELLIANA, NA SCUOLA DI CULTURA DI NITERÓI.

19/10/2017 – 18 h na Scuola di Cultura PIRANDELLO com MASSIMO CASTRI  e LUCA RONCONI
 
Projeção em vídeo do espetáculo QUANDO SI È QUALCUNO, regia di MASSIMO CASTRI, 2005 (126´) seguido de debate com Alessandra Vannucci (UFRJ) e Martha Ribeiro (UFF)
20/10/2017 – 20h na Scuola di Cultura
 
Leitura encenada de “QUANDO SE É ALGUÉM” com o Laboratório de Criação e Investigação da Cena Contemporânea e com convidados,  direção de Martha Ribeiro.

 
ENTRADA GRATUITA
CLASSIFICAÇÃO: LIVRE
 
 
 
SCUOLA DI CULTURA – ARTE PARA VIVER MELHOR!
Av. Presidente Roosevelt, 1063, Niterói, RJ, Brasil.
Visite também o instagram@scuoladicultura  
Informações - ligue para (21) 3629-1063.
 
Em homenagem ao 150º ano de aniversário de Luigi Pirandello, poeta, romancista, nascido na Sicília em 28 de junho de 1867, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1934. Um ícone do teatro!
 
 
UM POUCO SOBRE LUIGI PIRANDELLO
 
 
 
 
 
Luigi Pirandello nasceu em Agrigento, 28 de junho 1867 foi um dramaturgo, poeta e romancista siciliano.
 

Foi um grande renovador do teatro, com profundo sentido de humor e grande originalidade. Suas obras mais famosas são: Seis personagens à procura de um autor, Assim é, se lhe parece, Cada um a seu modo e os romances O falecido Matias Pascal, \"Um, Nenhum e Cem Mil\", \"Esta Noite Improvisa-se\", etc.
Sua primeira peça de teatro foi O Torniquete escrita entre 1899 e 1900 e encenada pela primeira vez em 1910.
Recebeu o Nobel de Literatura de 1934.
Coloca-se que o cômico nasce de uma percepção do contrário (no livro Do teatro ao teatro, e tem um capítulo que se chama \"O Humorismo\"). Mas essa percepção pode se transformar- num sentimento do contrário: é quando aquele que ri procura entender as razões da piada. Portanto não existe mais o distanciamento.Pirandello separa o cômico do humorístico, para passar da atitude cômica para a atitude humorística, é preciso renunciar ao distanciamento e à superioridade.
Luigi Pirandello participou da campanha \"coleta do ouro\", organizada pelo ditador italiano Benito Mussolini, que visava levantar fundos para o país. A campanha era uma resposta à Liga Nações que impôs sanções econômicas à Itália após esta ter invadido e declarado guerra a Etiópia (1935-36), Pirandello doou sua medalha do Prêmio Nobel. O artista faleceu em Roma, 10 de dezembro 1936.
 

Livros publicados em português

 
  • A armadilha: contos. Porto: Portugalia, 1946.
  • A excluída. São Paulo: Germinal.
  • A luz da outra casa: novellas escolhidas. São Paulo: Piratininga. 1932.
  • A morta e a viva (e outras novelas). São Paulo: Martins. 1960.
  • Cadernos de Serafino Gubbio Operador. Petrópolis: Vozes. 1990.
  • Dona Mimma (Novelas para um ano). São Paulo: Berlendis & Vertecchia. 2002.
  • Entre duas sombras (e outras novelas). São Paulo: Martins. 1962.
  • Esta noite improvisa-se. Lisboa: Estampa / Seara Nova. 1974.
  • Kaos e outros contos sicilianos. São Paulo: Nova Alexandria. 2001.
  • O enxerto, o homem, a besta e a virtude. São Paulo: Edusp. 2003.
  • O falecido Mattia Pascal in O falecido Mattia Pascal / Seis personagens à procura de um autor. São Paulo: Nova Cultural. 2003.
  • O humorismo. São Paulo: Experimento. 1996.
  • O marido de minha mulher (e outras novelas). São Paulo: Martins. 1963.
  • O velho Deus (Novelas para um ano). São Paulo: Berlendis & Vertecchia. 2002.
  • O velório (e outras novelas). São Paulo: Martins. 1963.
  • Os gigantes da montanha. Rio de Janeiro: 7 Letras. 2005.
  • Os velhos e os moços. São Paulo: Instituto Progresso Editorial. 1947.
  • Seis personagens à procura de autor, São Paulo: Peixoto Neto. 2004.
  • Sol e sombra (e outras novelas). São Paulo: Martins. 1963.
  • Henrique IV e Pirandello: roteiro para uma leitura. Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1990.
  • Um, nenhum e cem mil. São Paulo: Cosac & Naify.
  • Uma jornada (Novelas para um ano). São Paulo: Berlendis & Vertecchia. 2006.
  • Vestir os nus. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
  • O Turno.
  • O falecido Matias Pascal

 
 

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