Rede Mídia de Comunicação | Rede Sem Fronteiras

Você está em: Início > Notícias > Literatura > Homenagem do Focus Cultural ao escritor e poeta Sávio Soares de Sousa

Homenagem do Focus Cultural ao escritor e poeta Sávio Soares de Sousa

Literatura por Alberto Araújo em 2017-12-07 00:06:18

HOMENAGEM AO SABER DE SÁVIO SOARES DE SOUSA



 

 

Ao SÁVIO, HOMEM SÁBIO.

 Que Sabe o Saber dos frutos da Antiga Grécia

e do universo literário do nosso Castro Alves.

 

 

Sávio, tu tens o sabor do saber da Grécia clássica,

 e meu ser sabe de tua verdade,

 Verdadeira!

 

 As paredes e o solo fecundo da sabedoria

 sabem do teu saber a pastorear imagens antigas.

 

 És um mentor de beleza que conhece

 o vento e o sol da inteligência.

 E como uma borboleta tu adentras na minha alma.

 

 Eis aqui!

 Fotografias escritas

 da tua história de vida...

 

 Tens a aura do poeta circunspecto

imortal e do mistério das sibilas!

 

 És brisa a espalhar cultura e resplendor

 na palavra iluminada.

 

 Com o coração ungido de contentamento,

 teu olhar contempla a grande luz das esferas

transcendentes da nossa humana condição.

 

 

 És sábio, Sávio... Astuto e simples.

 Acalentas a modéstia e a essência

 da ampla aragem dos antigos gregos.

 És chama vibrante dos arcaicos tempos!

 

 Quando sentimental te tornas,

 preferes a linguagem dos poetas

 da antiga Grécia

 que se banham nas águas

 do sagrado rio de Hipocrene.

 

 Voas, então, no cavalo Pégaso

 rumo ao infinito das estrelas

 da Poesia!

 

 Festeja os anos que tu revelas!

 e que a harpa do tempo te resguarde!

 

 Enquanto o teu doce viver peregrinar

 pela Terra, teus ideais e pensamentos

 estarão conosco na carruagem estelar...

 

 E todos nós, por certo, seguiremos

 teus fecundos passos, guiados

 pelos mares da tua vida e inspiração

 rumo ao benfazejo Céu da Poesia,

 onde habita Apolo com seu filho Orfeu.

 

By © Alberto Araújo

 

 

 

PERFIL DE SÁVIO SOARES


 

 


SÁVIO SOARES DE SOUSA Poeta, prosador, crítico de cinema, exerceu o jornalismo por mais de trinta anos, principalmente em “O Fluminense”. Nasceu em Niterói no bairro do Fonseca em 18 de setembro de 1924, filho de Oswaldo Soares de Sousa e Vespertina Reis Soares de Sousa. Descende do Visconde do Uruguai. Estudos: alfabetizado em casa, com a tia Nelsina; depois: frequentou o Colégio Brasil, Colégio Universitário da Praia Vermelha, Liceu Nilo Peçanha, Faculdade de Direito de Niterói e Sociedade Dante Alighieri do Rio de Janeiro.


VIDA PROFISSIONAL: Bancário (Banco Mercantil de Niterói); Taquígrafo Parlamentar (Assembleia  Legislativa do Estado/RJ (1947/1960); Advogado, Membro do Ministério Público-RJ (Promotor e Procurador de Justiça -1960/1991).


VIDA CULTURAL; Cofundador do Grêmio Literário Humberto de Campos (1944); do Clube de Poesia de Niterói (1956); do Clube Fluminense de Cinema (1956); da Associação Niteroiense de Cultura Latino-Americana / ANCLA e do Instituto Latino-Americano de Cultura/ILAC. Colaborador nos jornais: O Estado, Diário do Povo e Letras Fluminenses (de Luís Magalhães). Redator literário de O Fluminense, responsável pelo suplemento “Prosa & Verso” (1962/1972), juntamente, com Marcos Almir Madeira.


 

PARTICIPAÇÃO EM ACADEMIAS: Membro efetivo das Academias Fluminense, Niteroiense, Valenciana, Itaboraiense e Gonçalense de Letras. Membro da União Brasileira de Trovadores/UBT, atual presidente. Orador oficial do centenário do poeta Alberto de Oliveira, em Saquarema, RJ (1957). Fundador do Clube de Poesia de Itaboraí, RJ (1966). Cofundador e primeiro orador oficial do Grupo dos Amigos do Livro, atual Grupo Mônaco de Cultura (Livraria Ideal, Niterói/RJ). Colaborador da revista Bali, da Academia de Letras, com a seção “Nozes e Vozes” há doze anos. Foi crítico de cinema no Diário do Povo (1955).


Integrante do movimento “Escritores ao Ar Livro”, instituído pelo poeta e publicitário Paulo Roberto Cecchetti, e o idealizador do folheto “Resenha da Tenda”.


Livros publicados: “Mundo número dois”, “O salto e o paraquedas”, “Signo do sapo”, “O canibal arrependido e outros discursos” e “Rapsódia para sanfona”(trovas). Verbete da “Nova Enciclopédia Delta-Larousse” e da “Enciclopédia de Niterói”, de Luís Antônio Pimentel. Noé ou a máquina antediluviana.


 

Deixe seu comentário, ele é muito importante para nós

* Seus dados não serão exibidos a terceiros.

Publicidade

Veja também