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MARIA CARPI POETISA BRASILEIRA É HOMENAGEADA PELO FOCUS PORTAL CULTURAL. ASSISTA AO FILME.

Geral por Alberto Araújo em 2018-01-17 20:36:38

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UM POUCO SOBRE MARIA CARPI

Maria Carpi é uma poeta de reflexão existencial e faz uma poesia baseada em temas líricos como a dor, o acaso, o amor e a morte. Os seus versos são construídos a partir do uso de imagens dissonantes, de metáforas e, principalmente, de paradoxos; nessa perspectiva, seus textos buscam a significação profunda das palavras, revelando a ...natureza íntima do ser humano.

Maria Elisa Carpi nasceu em Guaporé, 1939 é considerada uma das figuras mais representativas da poesia feminina brasileira. Aos dezenove anos de idade, ingressa na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e forma-se advogada no ano de 1963.

No ano seguinte, casa-se com Luis Carlos Versoni Nejar, com quem teve quatro filhos: Carla, Rodrigo, Fabrício e Miguel. Além disso, ingressou, em 1978, através de concurso público, na Defensoria Pública do estado dó Rio Grande do Sul, optando pela área dos direitos da infância.

Quatro anos depois, passa a dar aulas na Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e participa nos movimentos que promulgaram a criação do Conselho Estadual de Direitos (CEDICA) e dos Conselhos Tutelares. Ainda em 1982 ingressa no Instituto dos Advogados do Rio Grande do Sul, participando como conselheira do CEDICA, por duas gestões; da primeira, representa a Defensoria Pública e, da segunda, a OAB/RS.

Em 1990, a vida literária de Maria Carpi tem início: Nos gerais da dor, o primeiro esboço da complexidade expressiva e cosmovisiva de suas produções poéticas. Depois disso, a poeta publicou mais oito livros. Também participou da Coleção Petit Poa (Secretaria Municipal de Cultura de POA, 1992), com o livro Pequena Antologia.

O reconhecimento da crítica veio através dos diversos prêmios recebidos pela poeta. Entre eles, figuram a Menção Honrosa no Casa de las Américas/1999, em Cuba, pelo As Sombras da Vinha; o Revelação da Associação Paulista dos Críticos de Arte/1990, pelo Nos Gerais da Dor; o Erico Veríssimo/1991, por Desiderium Desideravi; o Açorianos em 1997, na categoria Poesia, pela obra Os Cantares da Semente, e em 2004 por A força de não ter força. Além desses, foi três vezes premiada pela Associação Gaúcha dos Escritores, Livro do Ano, categoria Poesia, com: A Força de Não Ter Força/2004, As Sombras da Vinha/2006 e O Herói Desvalido/2007. Essa última obra obteve no ano anterior, 2006, a premiação Livro do Ano - categoria Poesia - pela Rede Pampa, Nacional e Sul.

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