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MARECHAL RONDON - PATRONO DAS ARMAS/QUADROS/SERVIÇOS

Geral por Sandra Hasmann em 2019-03-04 21:28:46

1. PATRONOS DAS ARMAS/QUADROS/SERVIÇOS
 MARECHAL RONDON – COMUNICAÇÕES 

Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu a 5 de maio de 1865, em Mimoso, próximo a Cuiabá, Mato Grosso. Filho de Cândido Mariano da Silva e Claudina de Freitas Evangelista da Silva, perdeu o pai antes de seu nascimento e a mãe quando tinha dois anos de vida, tendo sido então criado pelo avô e por um tio, de quem herdou e incorporou o sobrenome "Rondon". 
Muito cedo Rondon despertou seu pendor para a carreira das armas, ingressando na Escola Militar da Praia Vermelha aos 16 anos de idade. Em 1888 era promovido a alferes (posto correspondente hoje a "aspirante-a-oficial").
 Durante sua vida, Rondon dedicou-se a duas causas mestras: a ligação dos mais afastados pontos da fronteira e do sertão brasileiro aos principais centros urbanos e a integração do indígena à civilização. Somente uma ou outra tarefa teriam bastado para justificar o nome de Rondon na História. Mas o ilustre militar foi muito além.
 Na primeira empreitada, Rondon desbravou mais de 50.000 quilômetros de sertão e estendeu mais de 2.000 quilômetros de fios de cobre pelas regiões do País, ligando as mais longínquas paragens brasileiras pela comunicação do telégrafo. Como indigenista, pacificou tribos, estudou os usos e costumes dos habitantes dos lugares percorridos, participou da criação de medidas legais de proteção aos silvícolas. Tanto que, a 7 de setembro de 1910, foi nomeado diretor da Fundação do Serviço de Proteção aos Índios, precursora da atual Fundação Nacional de Assistência ao Índio, em face do muito que já realizara e da estatura moral e intelectual patenteada em toda sua carreira. 
Além dessas conquistas, as expedições de Rondon também contribuíram para que quinze novos rios viessem a figurar em nossos mapas como resultado de suas explorações fluviais; o Museu Nacional enriqueceu-se com vinte mil exemplares de nossa fauna e flora, devidamente inventariados; enorme área de quinhentos mil quilômetros quadrados foi integrada ao espaço brasileiro; e foram compilados, num total de setenta volumes, relatórios alusivos à Biologia, Geologia, Hidrografia e todos os aspectos das regiões antes desconhecidos. 
O reconhecimento da obra de Rondon extrapolou as fronteiras do Brasil. Teve a glória de ter seu nome escrito em letras de ouro maciço no Livro da Sociedade de Geografia de Nova Iorque, como o explorador que penetrou mais profundamente em terras tropicais, ao lado de outros imortais como Amundsen e Pearry, descobridores dos pólos Norte e Sul; e Charcot e Byrd, exploradores que mais profundamente penetraram em terras árticas e antárticas. 
Na sessão solene do Congresso Nacional de 5 de maio de 1955, já com 90 anos, Rondon recebeu as insígnias do posto de marechal. Faleceu, no Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1958, aos 92 anos. 
A tenacidade, a dedicação, a abnegação e o altruísmo, atributos marcantes de sua personalidade, o fizeram merecedor, com indiscutível justiça, do título de Patrono da Arma de Comunicações do Exército Brasileiro, sendo sua data natalícia tomada como o Dia Nacional das Comunicações. 

2. RONDON 
Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Mimoso, Mato Grosso, no dia 5 de maio de 1865. 
Filho de Cândido Mariano da Silva e Claudina de Freitas Evangelista da Silva, ele perdeu os pais muito cedo e foi criado em Cuiabá pelo tio, de quem herdou o sobrenome “Rondon”. 
No ano de 1881, incorporou, como soldado, no 3º Regimento de Artilharia a Cavalo. Dois anos depois, ingressou na Escola Militar da Praia Vermelha. 
Em 1886, entrou para a Escola Superior de Guerra, onde fez o curso de Estado Maior de 1ª Classe e foi promovido a alferes. Graduou-se bacharel em Matemática e em Ciências Físicas e Naturais e participou dos movimentos abolicionista e republicano. 
Em 1889, Rondon participou da construção das Linhas Telegráficas de Cuiabá, assumindo a chefia do distrito telegráfico de Mato Grosso. 
Entre 1900 e 1906, dirigiu a construção de mais uma linha telegráfica, entre Cuiabá e Corumbá, alcançando as fronteiras do Paraguai e da Bolívia. 
Em 1907, começou a construir a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antonio do Madeira. Era a “Comissão Rondon”, sua obra mais importante. Nessa mesma época, estava sendo feita a Ferrovia Madeira-Mamoré, que, juntamente com a Comissão Rondon, favoreceu a ocupação e a integração do que hoje é o Estado de Rondônia. Na região percorrida, foram realizados levantamentos cartográficos, topográficos, zoológicos, botânicos, etnográficos e linguísticos. Rondon foi o primeiro diretor do Serviço de Proteção aos Índios e Localização dos Trabalhadores Nacionais (SPI), criado em 1910. 
Incansável defensor dos povos indígenas do Brasil, é dele a famosa frase: “Morrer, se preciso for... matar, nunca”. 
Entre 1919 e 1925, foi diretor de Engenharia do Exército e, após sucessivas promoções, chegou a general de divisão. 
Em 1930, solicitou sua passagem para a reserva do Exército. 
Nos anos 40, foi presidente do Conselho Nacional de Proteção aos Índios. 
Em 1955, o Congresso Nacional conferiu-lhe a patente de marechal e, no ano seguinte, o então Estado de Guaporé passou a ser chamado de Rondônia em homenagem ao seu desbravador. Rondon recebeu várias homenagens e condecorações de instituições científicas do Brasil e do exterior por sua contribuição ao conhecimento científico. 
Faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1958, aos 92 anos de idade.
 
3. Dia do Marechal Rondon 
O Dia do Marechal Rondon é celebrado anualmente em 5 de maio no Brasil. Esta data é uma homenagem ao Marechal Cândido da Silva Rondon, nascido em 5 de maio de 1865, ficou imortalizado na história do Brasil como um importante militar e sertanista brasileiro. 
Entre as principais obras de Marechal Rondon está a idealização do Parque Nacional do Xingu, assumindo o cargo de Diretor do Serviço de Proteção ao Indígena. 
Outro trabalho de destaque o sertanista foi a expansão das comunicações no Brasil, principalmente através do sertão desconhecido. Marechal Rondon abriu estradas e levou o telégrafo aos cantos mais distantes do território. 
Por este motivo, no dia 5 de maio também se comemora o Dia das Comunicações no Brasil, em homenagem ao nascimento de Marechal Rondon, personalidade que chegou a ser indicada ao Prêmio Nobel da Paz, em 1957. 
Saiba mais sobre o Dia Nacional das Comunicações - https://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-das-comunicacoes/ .
 Além de tudo isso, Marechal Rondon ainda foi uma figura de grande importância durante o movimento de proclamação da República brasileira, em 1889. 
Saiba mais sobre o Dia da Proclamação da República - https://www.calendarr.com/brasil/proclamacao-da-republica/

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